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MULHERES CAMPEIRAS!

Posted by Aline Oliveira on 8/30/2011 11:10:00 AM
Letra e musica belíssima da União Brasileira de Mulheres (UBM) dedicada à Marcha das Margaridas 2011.
A Música ficou linda!!!

Música  Letra e Música: Maria Isabel Corrêa


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A MULHER NA HISTÓRIA

Posted by Aline Oliveira on 6/30/2011 11:07:00 AM
O papel da mulher na história através dos movimentos sociais



Aline de Oliveira Rosa Moreira

Metade da população mundial é composta por mulheres, que executam cerca de 75% das horas de trabalho, recebem 10% menos da renda e possuem menos de 1% das propriedades. Através destes dados observamos que elas, de maneira geral, não são proprietárias nem de terras, nem dos meios de produção, nem da força de trabalho.

No entanto, não existe nenhum espaço de defesa da vida onde a mulher não marque sua presença ativa, como por exemplo: a passeata de grevistas em Petrogrado (S. Petersburgo), na maioria mulheres, reprimida pelo Tzar, é o estopim da Revolução de Fevereiro; a Primeira Celebração do Dia da Mulher, proposta da marxista alemã Clara Zetkin na Conferência Internacional da Mulher Socialista (Dinamarca, 1910), teve uma estimativa de 1 milhão de participantes; mais recente, a conquista da Lei Maria da Penha para defender as mulheres dos abusos e violência contra a mulher, entre outras grandes lutas e vitórias feministas. A mulher está sempre presente desde as lutas cotidianas pela sobrevivência até as manifestações coletivas de oposição a todo tipo de sistema excludente. Elas movimentam a economia, mas não são reconhecidas. Produzem segundo os ciclos da natureza, mas são expulsas das terras.

As mulheres sempre tiveram um papel social muito importante, desde o tempo da Antiguidade. Segundo Márcia Knapik, foram elas que “inventaram” a agricultura, ao perceber que onde caíam as sementes nasciam frutas, o que foi muito importante para os nômades que passaram a se fixar nos lugares.

Na Idade Média os conhecimentos que tinham das plantas que curavam foi intensificado entre as mulheres camponesas pobres que não tinham como cuidar da saúde, eram “médicas populares”, tratavam de todas as doenças indo de casa em casa, de aldeia em aldeia, o que mais tarde foi visto como ameaça aos médicos da época. Começou então a “caça as bruxas”.

No Feudo, as mulheres formavam verdadeiras comunidades, onde trocavam ideias e experiências, participavam de várias revoltas camponesas que precederam a centralização dos feudos, que deram origem posteriormente às nações.

Mas a mulher não era, até então, reconhecida como sujeito que pudesse decidir sobre seu próprio destino, muito menos quanto à sua sexualidade. Uma relação social desigual desde o começo e por muito tempo a mulher foi vista como reprodutora e dona de casa. Seu papel na sociedade era somente cuidar dos filhos, do marido e das obrigações domésticas, tudo se resumia em seu lar.

A partir do século XIX as mulheres foram ganhando mais visibilidade, tomando seu espaço na história e na sociedade, lutando pelos seus direitos sociais como creches, programas de saúde, de proteção à maternidade e infância, entre outros. Elas modificaram sua percepção de mundo e de si mesmas, facilitando assim a sua inserção pública em movimentos associados e, mais tarde, em outros espaços públicos.

Hoje vivemos o auge da mulher política e social, lutando pelo bom e pelo justo. Elas conquistaram grandes lugares como por exemplo: Chiquinha Gonzaga foi a primeira maestrina brasileira e também a primeira mulher pianista e compositora de “choro”; Rita Lobato, primeira médica diplomada no Brasil em 1887 pela Faculdade de Medicina da Bahia e também a segunda médica diplomada da América Latina; Celina Guimarães Viana, primeira mulher a obter o título de eleitor feminino, em 1927; Carlota Pereira de Queirós foi a primeira deputada federal do Brasil, em 1932; em 2009, aproximadamente 35,5% das mulheres estavam inseridas no mercado de trabalho como empregadas com carteira de trabalho assinada, ficando somente com 8,4% abaixo do percentual observado na distribuição masculina (43,9%); houve aumento na sua participação política e hoje temos mulheres nos cargos de vereadoras, senadoras, ministras, governadoras e recentemente foi eleita a primeira mulher presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

Apesar de todos os avanços, ainda é difícil mudar uma mentalidade milenar e quase universal de uma lei dita “natural”. Gebara (apud KNAPIK, 2005, p.16) criticava a sociedade que reservava “ao homem a vastidão do mundo e à mulher, as fronteiras da casa.”. Quando paramos para analisar a história da mulher e/ou o seu papel na sociedade, nos deparamos com um árduo caminhar da mulher no mundo. Só o fato de ser mulher, no sentido de ser do sexo feminino, já a colocava numa situação de desprezo e desigualdade humana. Com uma visão moralizada, o mundo via a mulher minorizada pela figura musculina e essa visão ainda está presente nos dias de hoje.

Flora Tristán (apud KNAPIK, 1993, p.23) responsabilizava a igreja, a ciência e as leis pela precária condição de inferioridade das mulheres. Dizia que “a igreja, por sua doutrina, a considera o princípio de todos os males, a causa do pecado original, portanto, não tem nenhum direito dentro da igreja e ainda difunde esta crença entre a sociedade.”. Ela privilegia a independência econômica como o primeiro passo para a libertação feminina. Segundo ela “é um mesmo opressor o interessado na exploração do proletariado e da mulher, o capitalista, e que a opressão extrema da mulher o permite explorar mais facilmente o proletariado.” (TRISTÁN apud KNAPIK, 1993, p.23)

É bem verdade que o reconhecimento da mulher se deu na maioria das vezes dentro dos movimentos populares e sociais em que elas militavam. Portanto foi através da militância que a mulher trouxe à sociedade um avanço no reconhecimento da mulher no mundo ocidental. Um exemplo foi o Movimento Popular de Mulheres do Paraná (MPMP), que atuou de 1981 a 1993 e tinha como principal objetivo a construção de uma sociedade igualitária. Para tanto fazia um trabalho de conscientização, formação e capacitação de mulheres. Importante citar também a União Brasileira de Mulheres (UBM), que luta há mais de 22 anos por um mundo de igualdades e contra a opressão as mulheres.

As mulheres, dentro dos movimentos sociais, participam do processo de elaboração de um novo projeto político de sociedade, onde não se tenha uma política amparada numa burocracia hierarquizada, patriarcal e atrasada que continua excluindo o povo de seus direitos fundamentais.

Para construir a história as mulheres tiveram que reconhecer o seu papel, descobrir-se como “eu” - pessoa portadora de valores, direito, capacidades e contribuições a dar em todas as dimensões da vida, construindo assim uma história de lutas.

Os movimentos sociais propuseram para a mulher um meio, um veículo, para a mobilização das mulheres em prol da sua cidadania e seus direitos. A mudança está somente na viabilização de uma manifestação de dentro para fora, da mulher para a sociedade. Quem constrói os movimentos sociais é a mulher, os movimentos sociais têm o papel de mobilizar, politizar e levantar as revindicações, mas o trabalho quem faz é a mulher, que encontra em si mesma a força para lutar pelo bom e pelo justo, afim de que haja uma emancipação e uma igualdade para todos.

A memória histórica da mulher constitui-se de lutas coletivas por melhores condições de vida e contra todas as formas de discriminação e exploração, constituindo uma arma de luta, para que as novas gerações entendam as conquistas atuais, como fruto da resistência, dedicação e sacrifício de pessoas das gerações que as antecederam.

Mesmo com o avanços consideráveis na sociedade em relação às questões de gênero da mulher (gênero não inclui somente sexo, mas classe e raça), no entanto, em pleno século XXI as mulheres ainda têm pouquíssima representação política (se comparado ao homem), mesmo contribuindo com a riqueza que é socialmente produzida na sociedade. Por isso o trabalho das mulheres nos movimentos sociais, além de lutarem por seus direitos e igualdade social, é despertar nas próximas gerações uma caminhada, é preciso muita coisa ainda a ser feita e muita luta pela frente.

Não é um desejo das mulheres dos movimentos sociais ser iguais aos homens, mas seu objetivo é serem reconhecidas como sujeito e não como propriedade, é serem valorizadas e entendidas como produtoras da vida e do crescimento político e econômico, portanto, tomar os seus lugares numa sociedade machista. É poder ser livre para escolher e para se expressar, é ter igualdade.

Graduanda em Filosofia na PUC-PR, 2011.



Referências:


INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Disponível em: Acesso em 22 jun. 2011.

KNAPIK, MÁRCIA CARNEIRO. Movimento Popular de Mulheres no Paraná: 10 anos construindo vida. Curitiba-PR, Gráfica popular: Cefúria, 2005.

UNIÃO BRASILEIRA DE MULHERES DE CURITIBA. Disponível em: Acesso em 22 jun. 2011.

UNIÃO BRASILEIRA DE MULHERES DE SÃO PAULO. Disponível em: Acesso em 22 jun. 2011.

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A Revolução de Angicos

Posted by Aline Oliveira on 6/14/2011 10:28:00 AM in ,
Vídeo produzido a partir de uma oficina de vídeo popular realizada pelo Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araujo (Cefuria). O filme faz referência à Angicos, cidade do Rio Grande do Norte onde Paulo Freire desenvolveu um trabalho no qual 300 trabalhadores foram alfabetizados em 45 dias. A produção conta com a participação da atriz paranaense Lala Schneider.


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Dupla Jornada da Mulher

Posted by Aline Oliveira on 6/02/2011 08:40:00 AM
          O vídeo traz depoimentos de mulheres que vivem a situação de dupla jornada: dividem suas vidas entre trabalho, estudos e família.
          Seu papel na sociedade é extremamente importante e tem conquistado o seu espaço na sociedade cada vez mais.
          Hoje vemos a mulher tomando posições igual as dos homens nos seus trabalhos. Mais de 60% das vagas nas universidades são preenchidas por mulheres, bem diferente do que viviamos na década passada.
          A dupla jornada da mulher não se limita só a mulheres mais velhas, atualmente as mulheres mais jovens também vivem essa dupla jornada diária entre trabalho, estudos e casa.

Produzido por: Aline Oliveira Rosa, Fernanda Silva, Jessica Doroczy e Deysi Lúcia.
Data da produção do vídeo: Curitiba - PR - Maio de 2010


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O caso Veja em sala de aula

Posted by Aline Oliveira on 5/30/2011 11:36:00 AM
Entrevista com a Prof. Dra. Regiane Ribeiro do Mestrado de Comunicação na linha da Educação da UFPR

          A entrevista feita no Intercom Sul (Interfaces comunicacionais), relata um pouco da sua pesquisa sobre O caso Veja em sala de aula.
          O Programa Veja em sala de aula para escolas de Ensino médio, é um programa que auxiliaria o professor para "preparar os alunos" para um mundo mediatizado. No programa a escola assina a revista Veja e junto com a revista contém um manual do professor que trás toda a aula pronta e todo o conteúdo já preparado com as questões de debate já pré-selecionadas, fazendo com que a aula aconteça de acordo com o planejamento da revista, quase que dizendo "Professor não se preocupe a Veja faz tudo".
          No entanto até que ponto o programa produz ações de conhecimento e educação emancipadora ou se constitui em apenas um meio de propagar e gerar lucros a revista Veja.
          A pesquisa da Dra Regiane Ribeiro tem o objetivo de analisar e identificar as ações de desenvolvimento e aprendizagens, ver se realmente há uma produção mediática em sala de aula.
          O que foi analisado é se o programa dá acesso ao questionamento do aluno e da predominância da diferênça e da complexidade em sala de aula fora do que é apresentado e já pré-progamado pela revista.
          O projeto Veja é extremamente pouco dialógico e a revista trás uma discussão feita dentro do que ela quer que o aluno aprenda, dentro de uma educação dominadora.
          A Dra Regiane ressalta na reportagem que o fato de o programa as vezes não ser um exemplo de educação mediadora é culpa do professor não preparado seguir a risca o "guia do professor" apresentado pela revista, não conseguindo ser um mediador em sala de aula, mas somente reproduzindo um conteúdo.

          Quatro foram os pontos até agora que a Dra relatou em sua pesquisa:
  • Simplificação da comunicação
  • Ausência de elementos culturais
  • Modelo linear
  • Caráter mecânico
          O grande questionamento é: O programa Veja em sala de aula é facilitadora ou retardatória do processo comunicativo em sala de aula?


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Rousseau e a Propriedade Privada

Posted by Aline Oliveira on 5/27/2011 11:47:00 PM in , ,
A Teorida rousseauniana da Propriedade Privada e seu conseguente a Desigualdade Social
A propriedade privada restabeleceu uma superioridade entre os homens e uma desigualdade entre eles. Rousseau dizia que o homem como ser natural é corrompido pela sociedade e sua desigualdade. O homem corrompido passa a agir com a força, transformando o Estado em uma sociedade violenta, criminalizada e obscura, sem justiça social. Diante disso, quais são as consequências que a propriedade privada causou no homem e em suas relações com a sociedade como um todo?

 
Rousseau em sua obra Discurso sobre a Origem e os fundamentos da Desigualdade entre os homens afirma que o homem é naturalmente bom, nasceu bom e livre, mas sua maldade ou sua deterioração adveio com a sociedade que, em sua pretensa organização, não só permitiu, mas impôs a servidão, a escravidão, a tirania e inúmeras leis que favorecem uma classe dominante em detrimento da grande maioria, instaurando a desigualdade em todos os segmentos da sociedade humana.


O homem vivia em seu estado natural, sem estar vinculado a uma sociedade ou sujeitos a leis. Os homens não tinham nenhuma espécie de relação moral e nem de deveres conhecidos. E é nesse estado natural do homem que Rousseau define ser propício à paz entre os homem. A concepção rousseauniana da política estabelece uma trajetória de “evolução” da organização social, com a criação da propriedade privada e a formação da sociedade, o homem passa do seu estado de natureza para um estado civil.

O homem natural de Rousseau vivia bem, a natureza reinava soberana, pois a condição humana desempenhava apenas as suas funções vitais, a terra era de todos e por tanto para sua produção para consumo, mas com o surgimento da propriedade, com a passagem desse homem natural para um homem civil, ocorre um desengate entre o homem e o mundo, sua “desnaturalização”, o homem sendo corrompido pela sociedade, o homem passou a admirar as terras como prova de poder, de reconhecimento entre os homens e assim abrindo espaço para a dominação pela força, gerando a desigualdade.

Rousseau diz que os sinais representativos da riqueza consistiam em propriedades e animais e quando não se tinha mais espaço as terras do lado, uns queriam as terras dos outros e prosperar a custas dos outros. Quando isso aconteceu, houve então a vontade humana de querer-se dominar uns sobre os outros.

''Antes que tivessem inventado os sinais representativos das riquezas, elas só podiam consistir em propriedades e animais, os únicos bens reais que os homens podiam possuir. Ora quando as heranças cresceram em números e em extensão, a ponto de cobrir todo o solo, e tocaram-se umas às outras, uns só puderam prosperar a expensas dos outros, e os supranumerários, que a fraqueza ou a indolência tinham impedido por seu turno de as adquirir, tendo se tornado pobres sem nada ter perdido, porque, tudo mudando à sua volta, somente eles não mudaram, viram-se obrigados a receber ou roubar sua subsistência da mão dos ricos. Daí começaram a nascer, segundo os vários caracteres de uns e de outros, a dominação e a servidão, ou a violência e os roubos.''(ROUSSEAU, 1978, p. 267-268)

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“ MULHERES: MAIS POLITICA, MAIS PODER”

Posted by Aline Oliveira on 4/13/2010 02:13:00 PM in , ,
“ MULHERES: MAIS POLITICA, MAIS PODER”
Lançamento Projeto Nacional em Curitiba: 16 de abril  Sexta-feira
Horário: 17:30 horas
Local: Agencia do trabalhador de Curitiba – Salão Paraná
Rua Pedro Ivo 750 – 1º  andar – Centro


                      
Cursos e palestras se iniciam dia 22 de abril
Quintas e Sextas: 14h00min ás 18h00min horas
Sábados das 09h00min ás 13h00min horas
Inicia: Modulo 2 com a Professora Fatima e Silva de Freitas
Local: FICA - Faculdades Integradas Camões: Rua Dr. Murici 1098 – Centro Histórico
Enviar inscrição para gracielascandurra@terra.com.br até 20 de abril
 

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A Globo diante do conflito comercial Brasil-EUA

Posted by Aline Oliveira on 3/13/2010 12:37:00 PM in

GLOBO X BRASIL

O governo Obama não gostou das medidas anunciadas pelo governo Lula em retaliação aos subsídios ilegais que os EUA concedem aos produtores de algodão, o que não deixa de ser natural. Inusitada neste episódio foi a reação de alguns bajuladores e aliados do império, com destaque para as Organizações Globo da família Marinho.


Por Umberto Martins
Na noite de segunda-feira (8), o Jornal da Globo (televisivo) destacou matéria do diário inglês “Financial Times” sugerindo que o Brasil caminha para uma guerra comercial com os EUA. Na manhã do dia seguinte (9), o jornal “O Globo” chegou às bancas com a manchete principal enfatizando a ameaça de alta dos preços do pão nosso de cada dia em função da sobretaxa que será aplicada à importação do trigo norte-americano. Uma atitude que o ministro da agricultura, Reinhold Stephanes, classificou com muita propriedade de “terrorismo”.

O fora da lei


Em reunião com o ministro Miguel Jorge (do Desenvolvimento), realizada nesta terça em Brasília, o secretário de Comércio dos EUA, Gary Locke, procurou colocar panos quentes na controvérsia, afirmando que o governo Obama não está interessado em iniciar uma guerra comercial com o Brasil. Washington não tem razão nem mesmo pretexto para agir de outra forma. O fora da lei neste caso é o próprio Tio Sam e mais ninguém.

O governo brasileiro agiu rigorosamente dentro das normas internacionais e foi também criterioso ao definir setores e ramos de atividade que terão as tarifas de importação elevadas, de forma a não prejudicar a indústria e o desenvolvimento nacional. As medidas adotadas foram autorizadas pela Organização Mundial do Comércio (COM), que em novembro do ano passado considerou ilegais os subsídios governamentais aos produtores do algodão norte-americano, ao julgar ação movida pelo Itamaraty.

O valor das retaliações comerciais foi estimado em 591 bilhões de dólares, distribuídos por vários ramos, e não se espera que tenha grandes repercussões para a indústria estadunidense, segundo os especialistas. A OMC autorizou uma represália maior, de até US$ 829 milhões, e o governo promete aplicar os US$ 238 milhões restantes com quebra de patentes, o que pode provocar prejuízos mais concentrados e sensíveis, principalmente aos monopólios farmacêuticos.

Arrogância imperialista


O governo brasileiro priorizou o caminho do diálogo para resolver o impasse, mas a Casa Branca não parece propensa a conversas. No velho e arrogante estilo imperialista, o novo embaixador americano em Brasília, Thomas Shannon, já chegou ao país falando em contrarretaliação, “como se a parte condenada por violação das normas internacionais fosse a vítima, não a culpada”, conforme notou o jornal “O Estado de São Paulo” em editorial publicado nesta terça.

A posição dos EUA, que se nega a rever as práticas protecionistas ilegais condenadas pela OMC, traduz o detestável unilateralismo imperial que alguns imaginaram superado com o fim do governo Bush, mas que infelizmente foi reafirmado e em certa medida fortalecido por Obama. Os interesses imperialistas de Washington não podem se sobrepor ao direito internacional.

 Saiba mais.

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As meninas de Ibiúna

Posted by Aline Oliveira on 3/13/2010 12:24:00 PM in

As meninas de Ibiúna


Maria do Socorro Morais (Jô Morais), Helenira Rezende de Souza Nazareth e Maria Liége Santos Rocha (na foto acima, da esquerda para a direita) foram presas em 14 de outubro de 1968 quando a repressão invadiu o 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), que se realizava clandestinamente em um sítio da cidade paulista de Ibiúna. Foram presos/as 1.240 delegados/as provenientes de todo país.

Jô Moraes é hoje deputada federal pelo PCdoB de Minas Gerais. Liége Rocha coordena nacionalmente a União Brasileira de Mulheres. A também heroica Helenira, porém, não escapou à repressão da ditadura militar e foi assassinada pelo Exército na selva amazônica, quando participava da Guerrilha do Araguaia. A essas heroicas combatentes do povo brasileiro e às outras "meninas de Ibiúna" rendemos nossa comovida homenagem.

Neste centenário de comemorações do Dia Internacional da Mulher, o Centro de Documentação e Memória (CDM) da Fundação Maurício Grabois publicou em seu site parte das fichas de detenção das 151 estudantes que participaram daquele Congresso, as quais foram presas e fichadas pelo Deops. As fotos fazem parte do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Para ver essa lista de fichas e fotos clique aqui.

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CEM ANOS DO TRIBUTO AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Posted by Aline Oliveira on 3/09/2010 01:29:00 PM in

8 de março inaugura com vigor mobilizações de 2010

A primeira grande agenda de mobilização dos movimentos sociais brasileiros em 2010 já está marcada há 100 anos. Trata-se do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março. Durante as atividades do Fórum Social Mundial em Porto Alegre e em Salvador, em janeiro, as entidades dos movimentos sociais se reuniram e definiram uma intensa agenda de mobilizações que se inicia com as passeatas pelos 100 anos do Dia Internacional da Mulher, com pautas que visam igualdade de direitos entre homens e mulheres.

UBM terá dia próprio de atividades em 10 de março
Clara Zetkin propôs, durante a 2a Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, a criação de um Dia Internacional da Mulher. O ano era 1910. Desde então, todos os anos as mulheres realizaram atividades de luta pela conquista de direitos e ao longo da história o dia 8 de março se consolidou como dia de comemoração e luta.


Panfleto do show "Faces de Mulher", em Curitiba (PR)
Neste ano que marca o centenário da definição do Dia Internacional da Mulher, todos os estados brasileiros devem realizar atividades lembrando a data histórica. Muitos deles prometem grandes mobilizações de rua, como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Amazonas e Goiás. No Paraná, após a passeata, marcada para o dia 6, as entidades feministas realizarão a segunda edição de um show apenas com cantoras, chamado “Faces de Mulher” no dia 8 de março. A primeira edição do evento ocorreu no período das comemorações do 8 de março em 2009.

Em São Paulo, além da manifestação considerada a grande atividade nacional, que será no dia 8 às 10h30 na Praça do Patriarca que há dois anos o movimento rebatizou como “Praça da Matriarca”, a UBM organiza em conjunto com o gabinete do vereador Jamil Murad (PCdoB) uma exposição da artista plástica e militante Edíria Carneiro, viúva do dirigente comunista João Amazonas.

UBM com cara própria
Além das atividades unificadas, em que participam da organização as diversas entidades feministas, a União Brasileira de Mulheres (UBM), definiu uma data que marcará as suas atividades próprias, que será o 10 de março. Após participar das atividades unificadas no dia 8, a UBM ocupará ruas, auditórios e outros espaços com panfletagens pelas vias públicas e em portas de fábricas, com atividades culturais, debates, seminário e toda sorte de ações em comemoração aos 100 anos da definição do Dia Internacional da Mulher e com uma bandeira bem definida: “Mais poder político para as mulheres”. A UBM lançou uma nota de mobilização para o 8 de março com esta bandeira , assim como a Federação Democrática Internacional de Mulheres (FDIM). Ambas notas podem ser conferidas ao final desta matéria.

Para a presidente da UBM, Eline Jones, a grande marca da conquista das mulheres nesses cem anos é “a compreensão de que as questões das relações de gênero, dos direitos da mulher, são uma responsabilidade do Estado. As questões de saúde da mulher, violência contra a mulher são questões sociais, saem do âmbito do privado. Esta é a grande conquista”. Entretanto, Eline diz que ainda há muito o que conquistar: “faltam muitas conquistas legais, para institucionalizar a igualdade de direitos, e é preciso também fazer com que as leis que existem se cumpram na vida, na realidade”. Eline Jones dá como exemplo de uma lei que ainda muitas vezes encontra dificuldade para ser cumprida a consolidada licença-maternidade. Segundo a presidente da UBM, em geral as mulheres são pressionadas pelas empresas a ficarem de licença no máximo três meses, ao invés dos quatro meses garantidos pela legislação.

Outro desafio que ela apresenta como assunto na ordem do dia é a questão da violência contra a mulher. Eline explica que existe uma relação de propriedade sobre o corpo da mulher e por isso a violência muitas vezes é naturalizada. Para a feminista, muitas dessas mudanças estão no âmbito cultural, da educação, da formação dos cidadãos.

PCdoB e os 100 anos do 8 de março
O PCdoB também organiza sua própria atividade de homenagem aos 100 anos do dia 8 de março. Aliás, diversos partidos realizarão atividades, até no sentido de valorizar o fato do campo progressista ter pela primeira vez uma forte candidata à presidência da república em seu horizonte. A atividade que a secretaria de mulheres do PCdoB organiza em conjunto com a Fundação Maurício Grabois e o Forum Nacional Permanente do PCdoB sobre a Questão da Mulher, é um Seminário Nacional em comemoração aos 100 anos do 8 de Março, nos dias 19 e 20 de março, no Rio de Janeiro.

O ato político de abertura do seminário pretende contar com a presença da Ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres. Os eixos de debate serão: O 8 de Março e a Luta pelo Socialista; Mulher e Trabalho: Conquistas e Desafios; e O Poder das Mulheres e as Mulheres no Poder.

Mobilizações acumulam para 31 de maio
Após o 8 de março, já está definida intensa agenda dos movimentos sociais para o semestre: em março, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Associação Nacioanld os Pós-Graduandos (ANPG) realizam sua jornada de lutas; em abril a ANPG realiza seu congresso, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fazem jornada de luta pela Reforma Agrária  a Confederação Nacional de Associações de Moradores (Conam) realiza assembleias de moradores por todo o país para debater a Reforma Urbana; em maio as Centrais prometem grandes mobilizações pela redução da jornada de 44 para 40 horas semanais durante as atividades do Dia do Trabalhador, em 1º de maio.

Todas estas atividades acumulam debate e mobilização para o momento em que o conjunto dos movimentos sociais brasileiros se organizam para reunir ao menos 10 mil militantes de entidades dos mais diversos segmentos na Assembleia Nacional dos Movimentos Sociais, marcada para 31 de maio em São Paulo (SP). Um dia depois, em 1º de junho, também em São Paulo, ocorre a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (2ª Conclat), reunindo as seis centrais sindicais legalizadas em um encontro de milhares de sindicalistas. Junho será também o mês dos congressos da UBM e da União da Juventude Socialista (UJS).

Este conjunto de mobilizações, congressos e atividades dos movimentos sociais brasileiros pretendem pressionar por bandeiras que podem e o movimento espera que sejam conquistadas ainda neste governo, como a redução da jornada e a nova lei do petróleo, com garantia de 50% das verbas do Fundo Social do Pré-Sal para a educação; mas também servirá de ambiente político importante para a elaboração da plataforma dos movimentos sociais aos candidatos nas eleições 2010 e principalmente como instrumento de mobilização popular, a ser utilizado durante e após as eleições 2010, na busca de um Brasil cada vez mais
justo e soberano.


Publicado em: www.vermelho.org.br


http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=124683&id_secao=8

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UNE responde à nova tentativa do Estadão de criminalizar entidade

Posted by Aline Oliveira on 12/03/2009 04:32:00 PM
Sob o título "Ataques do Estadão à UNE: mais um capítulo da criminalização dos movimentos sociais", o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, responde às acusações feitas pelo jornal Estado de S. Paulo e comenta a real intenção da reportagem que acusa a UNE de irregularidades.


Ataques do Estadão à UNE: mais um capítulo da criminalização dos movimentos sociais

A principal manchete do jornal O Estado de São Paulo deste domingo acusa: “UNE é suspeita de fraudar convênios”. Em toda a página de abertura do caderno, o jornal julga: “a UNE fraudou convênios, forjou orçamentos”. Categoriza-nos de “aliados do governo” e afirma: “a organização estudantil toma dinheiro público, mas não diz nem quanto gastou nem como gastou”.
A afirmação “UNE é suspeita” não veio de nenhum órgão de polícia ou de controle de contas públicas, é uma afirmação de autoria e responsabilidade de O Estado de São Paulo. A principal acusação é de um orçamento de uma empresa não localizada, que aparece numa previsão orçamentária. De resto, outro orçamento de uma empresa que funciona num pequeno sobrado e especulação sobre convênios que ainda não tiveram suas contas aprovadas.

O fato é que a UNE nunca contratou nenhuma das duas empresas, apenas fez orçamentos, ao contrário do que a matéria, de modo ladino, faz crer. Sobre os convênios, o jornal preferiu ignorar as dezenas de convênios públicos executados pela UNE nos últimos anos – todos absolutamente regulares. Ignora também os pedidos de prorrogação de prazos feitos aos convênios citados, procedimento usual e que não tem nada de ilícito.
A diferença no peso dado a duas notícias na capa desta mesma edição evidencia mais ainda suas opções. Com muito menor destaque, denuncia os vídeos e gravações de um escândalo de compra de parlamentares, operadas pelo próprio governador do Distrito Federal. Apenas a penúltima página do caderno trata do escândalo, imperceptível sob a propaganda de um grande anunciante do jornal. Uma pequena fotografia mostra os R$100 mil que foram anexados ao inquérito divulgado pela Polícia Federal. A matéria, em tom jornalístico, não acusa. Pelo contrário, diz que os vídeos, “de acordo com a investigação”, revelam um suposto esquema de corrupção. Talvez o jornalista não tenha assistido às gravações...
Há pelo menos 17 anos este jornal não oferecia à União Nacional dos Estudantes uma manchete desta proporção. A última acontecera no Fora Collor. A hipocrisia da sua linha editorial precisa ser repudiada. Não apenas como esforço de defender a UNE das calúnias, mas para desmascarar os seus reais objetivos.
O principal deles é a desqualificação e criminalização dos movimentos sociais. O MST enfrenta um destes momentos de ataque, seja através da CPI recriada no Congresso pelos ruralistas, seja através da sistemática campanha que procura taxá-lo como “criminoso” para a opinião pública. As Centrais Sindicais sofrem a coerção econômica do patronato, policialesca do sistema judicial, e a injúria de parte da grande mídia. A UNE, que acaba de construir o congresso mais representativo dos seus 72 anos de vida, foi tratada como governista, vendida, aparelhada e desvirtuada de seus objetivos pela maioria das grandes rádios, jornais e revistas.
A grande imprensa oscila entre atacar os movimentos sociais ou ignorá-los - como fez recentemente com a marcha de mais de 50 mil trabalhadores reunidos em Brasília reivindicando a redução da jornada de trabalho. Este jornal, por exemplo, não achou o fato importante a ponto de noticiá-lo.
As organizações populares e democráticas devem ter energia para reagir prontamente. É fundamental que o façam de maneira unificada, fortalecendo-se diante dos interesses poderosos que enfrentam. Que fique claro: o setor dominante tenta impedir as profundas transformações que estas organizações reivindicam e que são tão necessárias à emancipação do povo brasileiro e à conquista da real democracia no país.
A manchete do Estadão evidencia também a maneira como a grande mídia trata o problema da corrupção no Brasil: como instrumento de luta política por seus objetivos e com descarado cinismo. Seja pela insistente campanha para desconstruir no imaginário popular a crença na política e no Estado, ou pelas escolhas que faz ao divulgar com destaque desproporcional irregularidades que envolvem aliados ou adversários, criando ou abafando crises na opinião pública.
Na verdade, pouco fazem para enfrentar os verdadeiros problemas da apropriação privada daquilo que é público. A UNE, pelo contrário, sempre levantou a bandeira da democracia. Alguns de nossos mais valorosos dirigentes deram a vida lutando por ela. E afirmamos com veemência: a UNE trata com absoluta responsabilidade os recursos públicos que opera e os aplica para atividades de grande interesse da sociedade.
Às vésperas da primeira Conferência Nacional de Comunicação, o movimento social deve intensificar a luta pelos seus direitos. O enfrentamento à despótica posição da mídia brasileira é um dos grandes desafios que o país terá na construção da democracia que queremos.
O movimento social brasileiro vive um momento de grande unidade, que pode ser visto pela sólida relação entre as Centrais Sindicais e pelo fortalecimento da Coordenação dos Movimentos Sociais. Não à toa, a UNE foi mais uma vez atacada. “Saibam que estamos preparados para mais editoriais, artigos, comentários e tendenciosas ‘notícias’”, afirmei em artigo publicado no dia 24 de julho, apenas cinco dias após a realização do nosso 51º Congresso. Os meses que se passaram não tornaram a afirmação anacrônica. Pois que todos saibam que a UNE não transigirá um milímetro de suas convicções e disposição de luta por um Brasil desenvolvido e justo.
Por Augusto Chagas, presidente da UNE

Retirado de Portal Vermelho, http://www.vermelho.org.br/

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Movimento de Mulheres

Posted by Aline Oliveira on 11/24/2009 10:15:00 AM in , , ,
Este vídeo fala sobre o Movimento de Mulheres e traz depoimentos de Elza Maria Campos e Doris Margareth de Jesus (ambas da UBM-União Brasileira de Mulheres). Foi produzido por mim e pela Delma Morais para a disciplina de sociologia do Colégio Estadual do Paraná.

Espero que vocês gostem!!


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MULHER E TRABALHO

Posted by Aline Oliveira on 11/23/2009 12:01:00 AM in
Depois de décadas de luta, combates ao machismo e a esse capitalismo selvagem, que impõe fardos a mulher. Mesmo depois de derrubas imperialistas, ainda hoje precisamos pular obstáculos e preconceitos entre mulher e trabalho.

O capitalismo, o neoliberalismo, se preocupa com grandes produções em massa, mão de obra barata e grandes jornadas de trabalho. Com isso intitula a mulher como incapaz de ter o mesmo desempenho que um homem tem.

Desde o tempo do homem das cavernas o homem vai caçar e a mulher é colocada para cuidar dos filhos, casa e comida, colher frutas e servir ao marido quando ele chegara da caça.

No séc XVIII a mulher que queria deixar a casa e os filhos para trabalhar era mal vista. A mulher que não tivesse filhos era descriminada pela sociedade.

Mulher não precisa ser mãe para ser mulher. Por que falar da saúde da mulher citando sempre a maternidade?! É fato que precisamos trabalhar contra a morte materna, pela melhor assistência as mulheres, Mas também é fato que o órgão reprodutor da mulher é só uma virtude que ela carrega com ela e não é a mulher em si.

Essa mulher brasileira, essa mulher européia, essa mulher negra, mulheres do mundo inteiro, provaram aos homem da terra que são capazes de ter o mesmo desempenho no trabalho igual e até melhor que um homem.



As mulheres conquistaram espaço no trabalho. Hoje temos mulheres enfermeiras, médicas, empresárias, metalúrgicas, mecânicas, jogadoras de futebol, motoristas, ferroviárias, pedreiras, eletricistas, administradoras, advogadas, jornalistas, contabilistas, bancárias, bailarinas... E hoje temos a maioria das vagas nas universidades e formações profissionais.

Em 8 de março de 1857 operárias de uma fábrica de tecido reivindicaram melhores salários e a diminuição da carga horária de 16h para 10h diária. As mulheres foram trancadas dentro das fábrica que foi incendiadas. Aproximadamente 130 mulheres morreram.




As mulheres lutaram e conquistaram seu espaço em meio a tantas sociedades machistas e capitalistas!


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Grupo Balaio de Soslaio, Festival de Cultura do Paraná

Posted by Aline Oliveira on 11/22/2009 10:49:00 PM in , ,
O Grupo Balaio de Soslaio esteve presente no Festival de Cultura do Paraná, que ocorreu de 19 a 21 de novembro.
Um espaço com diversas culturas, mistura de raças e cores!










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Grupo Nuspartos no FESTIVAL DE CULTURA DO PARANÁ

Posted by Aline Oliveira on 11/22/2009 10:24:00 PM in , ,















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Festival de Cultura do Paraná

Posted by Aline Oliveira on 11/22/2009 04:02:00 PM in ,
O primeiro post deste blog é dedicado ao Festival de Cultura do Paraná, que aconteceu nos dias 19 a 21 de novembro de 2009. As fotos a seguir mostram um pouco do que aconteceu no festival.

No dia 20 de novembro foi comemorado o Dia da Consciência Negra. Várias atividades realizadas durante o Festival lembraram a data.









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