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UNE responde à nova tentativa do Estadão de criminalizar entidade

Posted by Aline Oliveira on 12/03/2009 04:32:00 PM
Sob o título "Ataques do Estadão à UNE: mais um capítulo da criminalização dos movimentos sociais", o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, responde às acusações feitas pelo jornal Estado de S. Paulo e comenta a real intenção da reportagem que acusa a UNE de irregularidades.


Ataques do Estadão à UNE: mais um capítulo da criminalização dos movimentos sociais

A principal manchete do jornal O Estado de São Paulo deste domingo acusa: “UNE é suspeita de fraudar convênios”. Em toda a página de abertura do caderno, o jornal julga: “a UNE fraudou convênios, forjou orçamentos”. Categoriza-nos de “aliados do governo” e afirma: “a organização estudantil toma dinheiro público, mas não diz nem quanto gastou nem como gastou”.
A afirmação “UNE é suspeita” não veio de nenhum órgão de polícia ou de controle de contas públicas, é uma afirmação de autoria e responsabilidade de O Estado de São Paulo. A principal acusação é de um orçamento de uma empresa não localizada, que aparece numa previsão orçamentária. De resto, outro orçamento de uma empresa que funciona num pequeno sobrado e especulação sobre convênios que ainda não tiveram suas contas aprovadas.

O fato é que a UNE nunca contratou nenhuma das duas empresas, apenas fez orçamentos, ao contrário do que a matéria, de modo ladino, faz crer. Sobre os convênios, o jornal preferiu ignorar as dezenas de convênios públicos executados pela UNE nos últimos anos – todos absolutamente regulares. Ignora também os pedidos de prorrogação de prazos feitos aos convênios citados, procedimento usual e que não tem nada de ilícito.
A diferença no peso dado a duas notícias na capa desta mesma edição evidencia mais ainda suas opções. Com muito menor destaque, denuncia os vídeos e gravações de um escândalo de compra de parlamentares, operadas pelo próprio governador do Distrito Federal. Apenas a penúltima página do caderno trata do escândalo, imperceptível sob a propaganda de um grande anunciante do jornal. Uma pequena fotografia mostra os R$100 mil que foram anexados ao inquérito divulgado pela Polícia Federal. A matéria, em tom jornalístico, não acusa. Pelo contrário, diz que os vídeos, “de acordo com a investigação”, revelam um suposto esquema de corrupção. Talvez o jornalista não tenha assistido às gravações...
Há pelo menos 17 anos este jornal não oferecia à União Nacional dos Estudantes uma manchete desta proporção. A última acontecera no Fora Collor. A hipocrisia da sua linha editorial precisa ser repudiada. Não apenas como esforço de defender a UNE das calúnias, mas para desmascarar os seus reais objetivos.
O principal deles é a desqualificação e criminalização dos movimentos sociais. O MST enfrenta um destes momentos de ataque, seja através da CPI recriada no Congresso pelos ruralistas, seja através da sistemática campanha que procura taxá-lo como “criminoso” para a opinião pública. As Centrais Sindicais sofrem a coerção econômica do patronato, policialesca do sistema judicial, e a injúria de parte da grande mídia. A UNE, que acaba de construir o congresso mais representativo dos seus 72 anos de vida, foi tratada como governista, vendida, aparelhada e desvirtuada de seus objetivos pela maioria das grandes rádios, jornais e revistas.
A grande imprensa oscila entre atacar os movimentos sociais ou ignorá-los - como fez recentemente com a marcha de mais de 50 mil trabalhadores reunidos em Brasília reivindicando a redução da jornada de trabalho. Este jornal, por exemplo, não achou o fato importante a ponto de noticiá-lo.
As organizações populares e democráticas devem ter energia para reagir prontamente. É fundamental que o façam de maneira unificada, fortalecendo-se diante dos interesses poderosos que enfrentam. Que fique claro: o setor dominante tenta impedir as profundas transformações que estas organizações reivindicam e que são tão necessárias à emancipação do povo brasileiro e à conquista da real democracia no país.
A manchete do Estadão evidencia também a maneira como a grande mídia trata o problema da corrupção no Brasil: como instrumento de luta política por seus objetivos e com descarado cinismo. Seja pela insistente campanha para desconstruir no imaginário popular a crença na política e no Estado, ou pelas escolhas que faz ao divulgar com destaque desproporcional irregularidades que envolvem aliados ou adversários, criando ou abafando crises na opinião pública.
Na verdade, pouco fazem para enfrentar os verdadeiros problemas da apropriação privada daquilo que é público. A UNE, pelo contrário, sempre levantou a bandeira da democracia. Alguns de nossos mais valorosos dirigentes deram a vida lutando por ela. E afirmamos com veemência: a UNE trata com absoluta responsabilidade os recursos públicos que opera e os aplica para atividades de grande interesse da sociedade.
Às vésperas da primeira Conferência Nacional de Comunicação, o movimento social deve intensificar a luta pelos seus direitos. O enfrentamento à despótica posição da mídia brasileira é um dos grandes desafios que o país terá na construção da democracia que queremos.
O movimento social brasileiro vive um momento de grande unidade, que pode ser visto pela sólida relação entre as Centrais Sindicais e pelo fortalecimento da Coordenação dos Movimentos Sociais. Não à toa, a UNE foi mais uma vez atacada. “Saibam que estamos preparados para mais editoriais, artigos, comentários e tendenciosas ‘notícias’”, afirmei em artigo publicado no dia 24 de julho, apenas cinco dias após a realização do nosso 51º Congresso. Os meses que se passaram não tornaram a afirmação anacrônica. Pois que todos saibam que a UNE não transigirá um milímetro de suas convicções e disposição de luta por um Brasil desenvolvido e justo.
Por Augusto Chagas, presidente da UNE

Retirado de Portal Vermelho, http://www.vermelho.org.br/

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Movimento de Mulheres

Posted by Aline Oliveira on 11/24/2009 10:15:00 AM in , , ,
Este vídeo fala sobre o Movimento de Mulheres e traz depoimentos de Elza Maria Campos e Doris Margareth de Jesus (ambas da UBM-União Brasileira de Mulheres). Foi produzido por mim e pela Delma Morais para a disciplina de sociologia do Colégio Estadual do Paraná.

Espero que vocês gostem!!


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MULHER E TRABALHO

Posted by Aline Oliveira on 11/23/2009 12:01:00 AM in
Depois de décadas de luta, combates ao machismo e a esse capitalismo selvagem, que impõe fardos a mulher. Mesmo depois de derrubas imperialistas, ainda hoje precisamos pular obstáculos e preconceitos entre mulher e trabalho.

O capitalismo, o neoliberalismo, se preocupa com grandes produções em massa, mão de obra barata e grandes jornadas de trabalho. Com isso intitula a mulher como incapaz de ter o mesmo desempenho que um homem tem.

Desde o tempo do homem das cavernas o homem vai caçar e a mulher é colocada para cuidar dos filhos, casa e comida, colher frutas e servir ao marido quando ele chegara da caça.

No séc XVIII a mulher que queria deixar a casa e os filhos para trabalhar era mal vista. A mulher que não tivesse filhos era descriminada pela sociedade.

Mulher não precisa ser mãe para ser mulher. Por que falar da saúde da mulher citando sempre a maternidade?! É fato que precisamos trabalhar contra a morte materna, pela melhor assistência as mulheres, Mas também é fato que o órgão reprodutor da mulher é só uma virtude que ela carrega com ela e não é a mulher em si.

Essa mulher brasileira, essa mulher européia, essa mulher negra, mulheres do mundo inteiro, provaram aos homem da terra que são capazes de ter o mesmo desempenho no trabalho igual e até melhor que um homem.



As mulheres conquistaram espaço no trabalho. Hoje temos mulheres enfermeiras, médicas, empresárias, metalúrgicas, mecânicas, jogadoras de futebol, motoristas, ferroviárias, pedreiras, eletricistas, administradoras, advogadas, jornalistas, contabilistas, bancárias, bailarinas... E hoje temos a maioria das vagas nas universidades e formações profissionais.

Em 8 de março de 1857 operárias de uma fábrica de tecido reivindicaram melhores salários e a diminuição da carga horária de 16h para 10h diária. As mulheres foram trancadas dentro das fábrica que foi incendiadas. Aproximadamente 130 mulheres morreram.




As mulheres lutaram e conquistaram seu espaço em meio a tantas sociedades machistas e capitalistas!


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Grupo Balaio de Soslaio, Festival de Cultura do Paraná

Posted by Aline Oliveira on 11/22/2009 10:49:00 PM in , ,
O Grupo Balaio de Soslaio esteve presente no Festival de Cultura do Paraná, que ocorreu de 19 a 21 de novembro.
Um espaço com diversas culturas, mistura de raças e cores!










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Grupo Nuspartos no FESTIVAL DE CULTURA DO PARANÁ

Posted by Aline Oliveira on 11/22/2009 10:24:00 PM in , ,















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Festival de Cultura do Paraná

Posted by Aline Oliveira on 11/22/2009 04:02:00 PM in ,
O primeiro post deste blog é dedicado ao Festival de Cultura do Paraná, que aconteceu nos dias 19 a 21 de novembro de 2009. As fotos a seguir mostram um pouco do que aconteceu no festival.

No dia 20 de novembro foi comemorado o Dia da Consciência Negra. Várias atividades realizadas durante o Festival lembraram a data.









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